O que fazes quando já nem tu própria te aguentas?
Nada, sentas-te e esperas que a tormenta passe...
Quotidianices...
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
domingo, 2 de outubro de 2011
O quereres
Onde queres revólver, sou coqueiro
E onde queres dinheiro, sou paixão
Onde queres descanso, sou desejo
E onde sou só desejo, queres não
E onde não queres nada, nada falta
E onde voas bem alto, eu sou o chão
E onde pisas o chão, minha alma salta
E ganha liberdade na amplidão
Onde queres descanso, sou desejo
E onde sou só desejo, queres não
E onde não queres nada, nada falta
E onde voas bem alto, eu sou o chão
E onde pisas o chão, minha alma salta
E ganha liberdade na amplidão
Onde queres família, sou maluco
E onde queres romântico, burguês
Onde queres Leblon, sou Pernambuco
E onde queres eunuco, garanhão
Onde queres o sim e o não, talvez
E onde vês, eu não vislumbro razão
Onde o queres o lobo, eu sou o irmão
E onde queres cowboy, eu sou chinês
E onde queres romântico, burguês
Onde queres Leblon, sou Pernambuco
E onde queres eunuco, garanhão
Onde queres o sim e o não, talvez
E onde vês, eu não vislumbro razão
Onde o queres o lobo, eu sou o irmão
E onde queres cowboy, eu sou chinês
Ah! Bruta flor do querer
Ah! Bruta flor, bruta flor
Ah! Bruta flor, bruta flor
Onde queres o ato, eu sou o espírito
E onde queres ternura, eu sou tesão
Onde queres o livre, decassílabo
E onde buscas o anjo, sou mulher
Onde queres prazer, sou o que dói
E onde queres tortura, mansidão
Onde queres um lar, revolução
E onde queres bandido, sou herói
E onde queres ternura, eu sou tesão
Onde queres o livre, decassílabo
E onde buscas o anjo, sou mulher
Onde queres prazer, sou o que dói
E onde queres tortura, mansidão
Onde queres um lar, revolução
E onde queres bandido, sou herói
Eu queria querer-te amar o amor
Construir-nos dulcíssima prisão
Encontrar a mais justa adequação
Tudo métrica e rima e nunca dor
Construir-nos dulcíssima prisão
Encontrar a mais justa adequação
Tudo métrica e rima e nunca dor
Mas a vida é real e é de viés
E vê só que cilada o amor me armou
Eu te quero (e não queres) como sou
Não te quero (e não queres) como és
Ah! Bruta flor do querer
Ah! Bruta flor, bruta flor
Ah! Bruta flor, bruta flor
Onde queres comício, flipper-vídeo
E onde queres romance, rock´n roll
Onde queres a lua, eu sou o sol
E onde a pura natura, o inseticídio
Onde queres mistério, eu sou a luz
E onde queres um canto, o mundo inteiro
Onde queres quaresma, fevereiro
E onde queres coqueiro, eu sou obus
E onde queres romance, rock´n roll
Onde queres a lua, eu sou o sol
E onde a pura natura, o inseticídio
Onde queres mistério, eu sou a luz
E onde queres um canto, o mundo inteiro
Onde queres quaresma, fevereiro
E onde queres coqueiro, eu sou obus
O quereres e o estares sempre a fim
Do que em mim é em mim tão desigual
Faz-me querer-te bem, querer-te mal
Bem a ti, mal ao quereres assim
Infinitivamente impessoal
E eu querendo querer-te sem ter fim
E, querendo-te, aprender o total
Do que em mim é em mim tão desigual
Faz-me querer-te bem, querer-te mal
Bem a ti, mal ao quereres assim
Infinitivamente impessoal
E eu querendo querer-te sem ter fim
E, querendo-te, aprender o total
Do querer que há, e do que não há em mim
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Perdoar
Perdoar.
É apenas e só uma questão de tempo. Apenas e só isto. Porque quando o silêncio dura demasiado tempo e tomamos consciência de que necessitamos de deixar o passado resolvido para podermos seguir em frente, termos paz, e não nos roermos por dentro todos os dias porque talvez estejamos a atingir o pico da malvadez, a única coisa que podemos fazer, é perdoar. E apesar das palavras por pronunciar e das cicatrizes ainda por sarar, chegamos à conclusão que talvez, o melhor caminho a seguir seja este. Podemos não anunciar ao mundo esta atitude divina, mas o que importa é que, interiormente, o fazemos. E para descargo de consciência nossa, isso basta.
É apenas e só uma questão de tempo. Apenas e só isto. Porque quando o silêncio dura demasiado tempo e tomamos consciência de que necessitamos de deixar o passado resolvido para podermos seguir em frente, termos paz, e não nos roermos por dentro todos os dias porque talvez estejamos a atingir o pico da malvadez, a única coisa que podemos fazer, é perdoar. E apesar das palavras por pronunciar e das cicatrizes ainda por sarar, chegamos à conclusão que talvez, o melhor caminho a seguir seja este. Podemos não anunciar ao mundo esta atitude divina, mas o que importa é que, interiormente, o fazemos. E para descargo de consciência nossa, isso basta.
domingo, 20 de março de 2011
segunda-feira, 14 de março de 2011
500 days of Summer
Sem dúvida, uma óptima terapia para quem sofre do mesmo mal que o individuo em questão.
domingo, 13 de março de 2011
Das intenções
E haverá sempre um dia, seja na vida de quem for, que os desejos [ ou sonhos, como queiram] viram ter conosco de novo. E é aí que nos relembramos de quem sempre fomos e de que aquilo que desejamos para nós, sempre esteve cá e nunca o deixámos para trás, adiado sim, mas nunca posto de parte completamente. E então, lembramo-nos que a vida é curta e que se desejamos hoje, devemos realizar amanhã. Porque somos como somos, independentemente do tempo que os deixámos, os nossos desejos e a nossa personalidade sempre estiveram cá. .
sábado, 12 de março de 2011
Dos videoclips que se faziam nesta altura
Não desfazendo o talento dos Talk Talk, mas o videoclip em questão pronto...
terça-feira, 8 de março de 2011
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Da sensibilidade das mulheres
E prontos, quando se tem a sensibilidade à flor da pele, dá-nos para chorar. Há coisas que já não me deviam surpreender nem afectar e até encará-las com uma certa ironia...Do tipo...Ripostar?!
Ai Sofia Maria...Mas porque raio quebras por dentro quando deves fazer jus à cara de insatisfação que demonstras?!
E depois, pois tá claro, lá vêm os amuos que mais parecem os de uma menina mimada, mas que são, sem tirar nem por, os de quem lhe custa ainda levar com certas coisas em cima.
Menos egoismo minha gente! E mais amabilidade por favor!!!
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
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