sábado, 11 de dezembro de 2010

Eu quero um job a sério!

Pois é, trabalhar nunca fez mal a ninguém. Mas seria bem melhor se fosse um "empregozito" na área para a qual andei a "queimar os neurónios" durante 4 anos, ao longo dos quais fui criando expectativas.
Acreditem ou não, imaginei a minha vida pós-fim de curso assim: emprego na minha área e fora de Portugal, de preferência a viver na "cidade luz", pela qual me apixonei na primeira vez que lá pûs os pés.
Mas no fim de um ano deparo-me com um cenário completamente oposto: a trabalhar numa área que não é a minha, com um projecto na gaveta que até pode ser benéfico para a empresa e a enviar CV´s todos os dias, na esperança que a minha oportunidade esteja bem perto, pois posso "não ser nehum Einstein, mas sou persistente"!

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Tempo

Ter tempo de dizer o quanto gostamos das pessoas e o quanto um dia já nos tocaram. E se nos tocaram de uma forma especial, devemos lembrá-las assim. Mesmo que elas já não saibam que ainda nos continuam a tocar com a mesma especialidade de sempre, com o mesmo carinho, apesar de todos os "nãos" que já se viveu. Porque ao se vaguear pelas lembranças guardadas algures, corre-se o risco de encontrar aquelas que nos quebram até ao osso e nos mostram o melhor de cada um, apesar dos tumultos que essa amizade já teve. E apesar de não esquecermos, deixar que o tempo e a matéria de que somos feitos, nos ensinem a lidar com o menos bom que a vida nos reserva também. Pois acredito que os tombos que damos, servem para nos mostrar  o quanto fracos somos ou no quanto forte nos tornamos. E oxalá que todos eles nos mostrem a segunda opção, e que perdoar nem sempre é sinal de fraqueza, mas sim, de crescimento. :)