sábado, 22 de janeiro de 2011

Bolo de chocolate com perlimpimpins

Cá por casa é dia de happy birthday, e eu, que nem sou nada destas coisas, resolvi fazer bolinho à mãezinha que, apesar de o bolo ter saido assim p´ro queimadinho [não fosse eu esquecer-me de polvilhar a bendita forma com farinha] e de as velas serem das que andam cá por casa de aniversários anteriores, sei que ela ficou deliciada.
Porque não, não é hábito a filha querida ter dias de bom feitio, mas no fundo ela sabe que quando esses dias chegam, consegue ser a pessoa mais dedicada do mundo, capaz de se lembrar destes pequenos gestos de um dia para o outro que a deixam babada de todo.

E o resultado foi um lanche com boa companhia e boa conversa. Daqueles momentos à filme, em que só nós paramos com um sorriso parvo para apreciar o momento.
(para a próxima fica assim. Juro juro juro...!)

domingo, 16 de janeiro de 2011

Vamos lá então, fazer do domingo um dia produtivo!


Work.

How would you cope it the world decided to
Make you suffer for all that you were?
How could you dance if no-one was watching
And you couldn’t even care if they were?
What would you do if you couldn’t even feel?
Not even pitiful pain
How would you deal if the indecisions
Eating away at the days?

Don’t you know people write songs about girls like you?


quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Já não deve ser novidade, mas...Eles vêm aí!

E eu quero muito [mas mesmo muito] ir ver.


 Coldplay - 6 de Julho, Optimus Alive

O menos bom, o bom e o muito bom.

E cada vez que eu me lembrar de pequenos nadas que um dia já foram tudo, vou lembrar-me de ti. Porque infelizmente, o ser humano tem a capacidade de absorver tudo: o menos bom, o bom e até mesmo o que um dia poderia vir a ser muito bom. E então há dias em que, para não mexer em coisas que já lá vão e que ainda têm o lugar cativo na fila dos tristes, é mais reconfortante lembrar, mas só o bom, porque o mau...O mau todos nós pagávamos ao Diabo para que ele o deixa-se arder no Inferno. E o muito bom...O muito bom, é melhor deixar p´ra lá, deixar p´ra quem vier a seguir.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

"(...)Só mais tarde vim a perceber porque é que a avó dizia tanta vez que essa coisa do perdão é uma decisão só nossa arrancada às entranhas. Que esse esquecer só depende de nós. Que se nos determinarmos tais amarras não voltarão a prender-nos. Que a vida dos outros segue em frente [segue sempre] e que somos nós quem ficamos presos a uma terra estéril onde já nada há para semear. Tem dias em que a oiço: sabes, querida, quando decidimos perdoar ou desculpar, como queiras, alguém que nos fez mal ou não soube estar a altura das expectativas que nela depositamos isso não quer dizer que toda a mágoa se vai embora naquele instante. Não. Significa tão só que chegou a tua hora de partir em busca de algo melhor do que aquilo que te prendeu. O resto, o resto deixa para o tempo que o tempo resolve."

Lido algures por aí.

sábado, 8 de janeiro de 2011

Esta coisa de gostar de alguém

" Esta coisa de gostar de alguém não é para todos e, por vezes – em mais casos do que se possa imaginar – existem pessoas que pura e simplesmente não conseguem gostar de ninguém. Esperem lá, não é que não queiram – querem! – mas quando gostam – e podem gostar muito – há sempre qualquer coisa que os impede. Ou porque a estrada está cortada para obras de pavimentação. Ou porque sofremos de diabetes e não podemos abusar dos açucares. Ou porque sim e não falamos mais nisto. Há muita gente que não pode comer crustáceos, verdade? E porquê? Não faço ideia, mas o médico diz que não podemos porque nascemos assim e nós, resignados, ao aproximar-se o empregado de mesa com meio quilo de gambas que faz favor, vamos dizendo: “Nem pensar, leve isso daqui que me irrita a pele”.
Ora, por vezes, o simples facto de gostarmos de alguém pode provocar-nos uma alergia semelhante. E nós, sabendo-o, mandamos para trás quando estávamos mortinhos por ir em frente. Não vamos.. E muitas das vezes, sabendo deste nosso problema, escolhemos para nós aquilo que sabemos que, invariavelmente, iremos recusar. Daí existirem aquelas pessoas que insistem em afirmar que só se apaixonam pelas pessoas erradas. Mentira. Pensar dessa forma é que é errado, porque o certo é perceber que se nós escolhemos aquela pessoa foi porque já sabíamos que não íamos a lado nenhum e que – aqui entre nós – é até um alívio não dar em nada porque ia ser uma chatice e estava-se mesmo a ver que ia dar nisto. E deu. Do mesmo modo que no final de 10 anos de relacionamento, ou cinco, ou três, há o hábito generalizado de dizermos que aquela pessoa com quem nós nos casámos já não é a mesma pessoa, quando por mais que nos custe, é igualzinha. O que mudou – e o professor Júlio Machado Vaz que se cuide – foram as expectativas que nós criamos em relação a ela. Impressionados?
Pois bem, se me permitem, vou arregaçar as mangas. O que é díficil – dizem – é saber quando gostam de nós. E, quando afirmam isto, bebo logo dois dry martinis para a tosse. Saber quando gostam de nós? Mas com mil raios, isso é o mais fácil porque quando se gosta de alguém não há desculpas nem “ ai que amanhã não dá porque tenho muito trabalho”, nem “ ai que hoje era bom mas tenho outra coisa combinada” nem “ ai que não vi a tua chamada não atendida”.
Quando se gosta de alguém – mas a sério, que é disto que falamos – não há nada mais importante do que essa outra pessoa. E sendo assim, não há sms que não se receba porque possivelmente não vimos, porque se calhar estava a passar num sítio sem rede, porque a minha amiga não me deu o recado, porque não percebi que querias estar comigo, porque recebi as flores mas pensava não serem para mim, porque não estava em casa quando tocaste.
Quando se gosta de alguém temos sempre rede, nunca falha a bateria, nunca nada nos impede de nos vermos e nem de nos encontrarmos no meio de uma multidão de gente. Quando se gosta de alguém não respondemos a uma mensagem só no final do dia, não temos acidentes de carro, nem nunca os nossos pais se sentiram mal a ponto de nos impossibilitarem o nosso encontro. Quando se gosta de alguém, ouvimos sempre o telefone, a campaínha da porta, lemos sempre a mensagem que nos deixaram no vidro embaciado do carro desse Inverno rigoroso. Quando se gosta de alguém – e estou a escrever para os que gostam - vamos para o local do acidente com a carta amigável, vamos ter com ela ao corredor do hospital ver como estão os pais, chamamos os bombeiros para abrirem a porta, mas nada, nada nos impede de estar juntos, porque nada nem ninguém é mais importante, do que nós."

Fernando Alvim 

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Saudades, pronto!

O caminho para o trabalho é sempre feito ao som de grandes hits de outros tempos, geralmente músicas dos anos 80 que, pelo que conheço das rádios portuguesas, a RFM é a única que ainda as "passa" com bastante frequência. Hoje foi Pet Shop Boys que me deu uma enorme vontade de ter vivido muito mais aquela época, embora tenha nascido em 86. Epá, deve ser panca ou coisa do género, mas gostava pronto! Hoje imaginei logo as fatiotas que se usavam naquela altura, o destino que as saidas à noite poderiam ter, as brincadeiras na rua sem playstation`s ou wii´s, o valor das relações entre as pessoas. Convinhamos que sem a tecnologia  de hoje, que remédio não teriamos nós se não, andar a brincar às escondidas na rua com os amigos até que caisse a noite, e a desculpa da crise, não seria certamente motivo para passarmos as noites em casa sózinhos, pois de uma ou outra maneira, encontrava-se sempre solução para distrair no fim do dia. Mesmo assim, tive uns bons anos 90. Não me posso queixar... Adorava ir com a minha mãe lavar a roupa para o tanque da aldeia aos fins-de-semana, delirava com o jogo das escondidas com os amigos na rua até cair a noite, os fins-de-semana de Verão no tanque do avó da S. deliciavam-me e a "crise" não impedia a mãezinha de chegar com uma pizzazinha a casa regularmente :). Tenho saudades, pronto!


terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Coisas que me causam náuseas

Ter dias destes. O dobro das náuseas: ter DOIS dias seguidos assim.
Por isso, tomorrow, be kind with me and give me one of that:

domingo, 2 de janeiro de 2011

Hoje foi o dia!

Foi o dia em que eu voltei a abrir o belo do NYC e o voltei a ler. :) Tem é de ser aos pouquinhos, porque apesar de já ires uns quantos capitulos mais à frente, o meu inglês continua a preceisar de tempo para ser assimilado cada vez que o leio...Meu querido P.M, agradecida e orgulhosa de o teres partilhado cmg!